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África do Sul, Brasil e Palestina: O apartheid é mundial quando se fala em formas de controle das populações não brancas, quando se fala em interesse por terras. É uma briga de supremacia étnica e territorial.

 

 

Do muro israelense do apartheid em território palestino até o muro da vergonha dos EUA em território indígena na fronteira com o México – os muros são monumentos à expulsão, exclusão, opressão, discriminação e exploração. Nós, como pessoas afetadas por esses muros e como movimentos que representam a justiça, a liberdade a igualdade como nossas ferramentas para resolver os problemas desse planeta, nos juntamos a chamada para o Dia de Ação Global por um Mundo Sem Muros no dia 9 de novembro.

A Ministra da Justiça Portuguesa anunciou a saída do projeto  financiado pela UE, em parceria com o Ministério de Segurança Pública Israelita, a Policia Nacional Israelita e a Universidade de Bar Ilan. O projeto de lei TRAIN, visava unificar as metodologias de interrogatório policial, tem gerado controversia em Portugal por causa da oposição à participação de Israel no Horizon 2020 programa europeu de investigação e inovação, devido aos abusos dos direitos humanos perpretados pelas entidades Israelitas.

Da Palestina acompanhamos com grande preocupação os desenvolvimentos no Brasil. Condenamos o golpe contra o  governo democraticamente eleito, e estamos desolados com a rapidez com que o golpe governamental começou a implementar o seu programa, acumulando politicas de ataque aos direitos do povo brasileiro e globalmente. Infelizmente, estes desenvolvimentos vêm no contexto mais abrangente em que se observa governos que assumem o poder que defendem explicitamente os interesses de pequena elite nacional tal como globalmente defendem os interesses imperialistas.

Israel continua as suas politicas de limpeza étnica e de desalojamento na aldeia de Qalandiya nos arredores de Jerusalém Oriental,  com a destruição de onze edificios recém construidos. Na noite de segunda-feira cerca de 500 soldados entraram na aldeia com bulldozers para perpretar as ordens de demolição. Os edificios seriam a casa de pelo menos 250 pessoas da pequena aldeia, que se tem começado a isolar cada vez mais desde o inicio do ano 2000 com a construção do Muro do Apartheid. Sete Palestinianos e um jornalista foram feridos nos confrontos, quando as forças de segurança israelitas usaram gás lacrimogéneo, granadas de atordordoamento, balas de borracha, e a força para subjugar os aldeãos.  

É com tristeza e indignação que soubemos que João Pereira de Oliveira, conhecido como João Bigode, foi assassinato no dia 15 de Abril por um esquadrão da morte. João Bigode foi baleado por volta das 19h na sua casa em Santana, município de Antônio Gonçalves, Bahia. 

Organizações, movimentos e representantes parlamentares da Palestina e da Bahia estão pedindo a ruptura do acordo de cooperação técnica que as empresas públicas baianas de água, Embasa e CERB, assinaram em 2013 com a empresa estatal israelense da água Mekorot.

  • G4S vem perdendo contratos de milhões de dólares em dezenas de países depois de campanhas BDS protestando sobre seu papel na prisões, colônias e postos de controle israelenses

  • A campanha contra a G4S continuará sendo uma alta prioridade do BDS até que as vendas anunciadas sejam finalizadas

  • O movimento BDS continuará apoiando boicotes contra a G4S em relação a encarceramento em massa globalmente

A esperança é que o governo brasileiro ouça às vozes do forte e crescente movimento global por um embargo militar a Israel. Dezenas de movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais, acadêmicos e parlamentares brasileiros fazem coro a este pedido

 

Em 2015, a Coalizão de Defesa da Terra foi lançada oficialmente como um espaço de coordenação para alguns dos maiores movimentos populares da Palestina, bem como para organizações de base locais. Já construímos ações poderosas e de resistência popular em conjunto – mas a fim de continuar no próximo ano, precisamos do seu apoio. Por favor, considere contribuir com uma doação para a nossa luta em 2016.

Chamada para a Semana contra o Muro do Apartheid 2015.

Até o presente momento, 2015 tem sido um dos piores momentos do plano de limpeza étnica israelense contra o povo palestino. O estado de Israel está implementando rapidamente um plano para transferir à força a população palestina de mais de 500 comunidades localizadas na área C, 7.000 palestinos que vivem em 46 comunidades beduínas no Vale do Jordão e no leste de Jerusalém estão resistindo à demolição de suas comunidades, e um adicional de 20 comunidades estão sob ameaça no sul da cidade de Hebron. Este cenário junta-se aos mais de 15.000 palestinos expulsos de suas casas na Cisjordânia durante as duas últimas décadas e inclui algumas das 4.500 ordens de demolição pendentes contra edifícios palestinos. Estamos nos aproximando rapidamente de um ponto crucial onde não haverá “retorno”.

Curta a página no Facebook “Olimpíadas sem apartheid” aqui!

Empresas militares israelenses, todas elas profundamente em crimes de guerra de Israel encontra o povo palestino, entre outras, veem os Jogos Olímpicos como um grande oportunidade de lucro e meio de exportar sua experiência “testada em campo” em manter apartheid, repressão de pessoas, militarização de espaços urbanos ao redor do mundo. Isso deve ser parado.

As eleições do dia 17 de Março confirmou a vitória e a continuidade do partido Likud em Israel. Agora caberá ao atual premiê Benjamin Netanyahu formar um governo de coalisão, cujas as alianças deverá ter a maioria no parlamento. Não esqueçamos as mãos sujas de sangue do atual governo de direita, sendo estes os principais responsáveis pelo massacre de Julho/Agosto passado que provocou mais do 2200 mortes entre a população Palestina em Gaza.

Na manhã de hoje, forças israelenses vieram com suas escavadeiras e destruíram o acampamento de protesto construído em resistencia à expulsão forçada e a realocação das comunidades beduínas.

Assista o video.

 

Eles estão lutando para preservar o direito à sua própria terra em Abu Dis, Cisjordânia. Um grupo de palestinos se reúne todas as noites para lutar por sua terra.

 

Sireen Khudairi foi abordada por soldados israelenses em seu caminho para casa ao voltar da universidade. Após 4 meses ela foi solta. Não houve nenhum julgamento. Quando ela questionou os soldados qual era a acusação, a resposta foi “isso é você quem deve nos dizer”. Ela acredita que sua detenção foi motivada por alguma atividade ‘de esquerda’.

Territórios Palestinos Ocupados, 25 de janeiro de 2015
 
Para: Syriza e o povo grego
 
Em nome da Coalização Palestina pela Defesa da Terra (Palestinian Land Defense Coalition), uma rede de comitês locais, agricultores, trabalhadores, mulheres e jovens, nós congratulamos Syriza e o povo grego pela vitória nas eleições de ontem.
 

No dia 2 de janeiro, ativistas palestinos descobriram que os campos de Khirbet Twael estavam cobertos com diversos tipos de explosivos. A descoberta aconteceu quando eles estavam pondo em prática um projeto de recuperação das terras pertencentes a inúmeras famílias dos vilarejos de Aqraba e Khirbet Twael.

No dia 18 de janeiro de 2015, o Ministro das Relações Exteriores do Canadá, John Baird, foi alvo de uma manifestação em sua visita à Ramallah, cidade palestina a 10km de Jerusalém.

EMPRESA SIONISTA ISDS ASSUME SEGURANÇA DA RIO 2016!

 

A israelense ISDS -- ligada ao “terrorismo seletivo” na Palestina e em toda América Latina -- vai coordenar a “segurança” da Rio2016.

 

ISRAEL USA TECNOLOGIA PARA MATAR CIVIS PALESTINOS: NÃO QUEREMOS A INDÚSTRIA DA MORTE EM SANTO ANDRÉ
 

A origem do conflito: sionismo e colonialismo na Palestina

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